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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Não à violência contra os animais!


A banalização da violência.

Autor: Augusto Sperchi

Há muito tempo o homem domesticou vários animais e plantas, o que lhe permitiu a fixação nas regiões mais inóspitas do planeta. O boi, cão, galinha, carneiro, bode e cavalo foram dos primeiros animais e o trigo, cevada, arroz, centeio, uva, figo, batata e milho, das primeiras plantas. A estocagem de grãos e cereais, as reservas de proteína, advindas da carne, e a utilização da força de tração e de locomoção dos animais tornaram possíveis ao homem um tempo maior para se dedicar ao desenvolvimento das relações sociais, da tecnologia e da arte. Com o passar do tempo, os seres domesticados se tornaram tão imprescindíveis ao homem que é praticamente impossível viver sem eles. Os lapões não viveriam em plena neve se não fossem as renas, os beduínos não sobreviveriam no deserto sem o dromedário, os mongóis sem o boi iaqui, os incas sem a lhama. É obvio que o homem atual, com tantos afazeres dentro da sociedade, com tanta divisão no trabalho e na produção de bens, os vitais e os supérfluos, torna-se mais dependente da produção de alimentos e de derivados de plantas e animais, como as fibras, óleos, combustíveis renováveis, variadas proteínas e outros. Sendo assim, o que explica a agressividade gratuita que certos homens dispensam aos animais, de quem precisam tanto? Como justificar os maus tratos em nome da diversão de fanáticos? Na Creta antiga, esportistas divertiam a plateia saltando sobre touros, que depois era sacrificado e comido pelos mesmos. O mesmo ritual é ainda praticado no litoral de Santa Catarina. A arena do Coliseu se tingia de vermelho do sangue de animais e de homens que se enfrentavam até a morte, enquanto a plateia chegava ao delírio. Incontáveis animais foram retirados do seu habitat para serem mostrados nos circos, onde enfrentavam torturas alucinantes, minúsculas jaulas, garras extraídas e dentes serrados. Quase sempre, a polícia estoura locais para rinha de galos, de cães e até de canários. Nos rodeios do Brasil afora, bois e cavalos são submetidos à humilhação, enquanto o público se diverte com esse horror. Pimenta e vidro moído são introduzidos nos ânus desses animais, enquanto uma correia lhe aperta a barriga, colocando em risco seus órgãos internos. Em vários criadouros de aves, araras, papagaios, faisões, gaviões, emas, avestruzes e outros têm suas penas arrancadas para serem usadas nas fantasias de carnaval. Essa violência contra os animais não tem limites e muitos exemplos poderiam ainda ser citados e não se encontra explicação nos estudos da psicologia humana. E quem explicaria então a violência que se vê nas lutas entre duas pessoas adultas, transmitidas atualmente pela televisão? Essa mesma mídia que veicula imagens de estudantes se batendo nas escolas, de torcedores fanáticos se enfrentando e matando adversários de torcida. Adianta a criança e o jovem serem protegidos pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), se seus pais se extasiam assistindo a essas lutas violentas entre pessoas? O que leva duas pessoas a se baterem dessa forma? E o que se passa no inconsciente dos que assistem a essa barbaridade? Por trás desse prazer pode existir uma violência incontida e que se expõe ao torcer por um ou outro lutador? A violência banalizada está entrando na casa das pessoas com convite especial. Perdoem-me os aficionados, mas não posso me calar e não denunciar o horror que está se espalhando e contaminando as pessoas. Todos os leitores deste texto estão livres para opinar sobre o tema. 

 Visite o autor: Augusto Sperchi 



quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Ponte do Arco-íris


"Neste lado do paraíso existe um lugar chamado Ponte do Arco-Íris.
Quando um animal morre, aqueles que foram especialmente queridos por alguém, vai para a Ponte do Arco-Íris. Lá existem campos e colinas para todos os nossos amigos especiais, pois assim eles podem correr e brincar juntos. Lá existe abundância de comida, água, e raios de sol, e nossos amigos estão sempre aquecidos e confortáveis.
Todos os animais que já ficaram doentes e velhinhos estão renovados com saúde e vigor; aqueles que foram machucados ou mutilados estão perfeitos e fortes novamente, exactamente como nós nos lembramos deles nos nossos sonhos, dos dias que já se foram.
Os animais estão felizes e alegres, excepto por uma coisinha: Cada um deles sente saudades de alguém muito especial, alguém que foi deixado para trás. Todos eles correm e brincam juntos, mas chega um dia quando um deles para de repente e olha fixo na distância. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo impaciente começa a tremer levemente. De repente, ele se separa do grupo, voando por sobre a erva verde, mais e mais rápido.
Tu foste visto e quando tu e o teu amigo especial finalmente se encontram ficarão unidos num reencontro de alegria, para nunca mais se separarem. Os beijos de felicidade vão chover na tua face; tuas mãos vão novamente acariciar tão amada cabecinha, e tu vais olhar mais uma vez dentro daqueles olhos cheios de confiança, que há muito tempo haviam partido da tua vida, mas que nunca haviam se ausentado do teu coração. Então vocês, juntos, cruzarão a Ponte do Arco-Íris."

Autoria desconhecida

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