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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Sabe o que é Erliquiose canina?
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domingo, 19 de setembro de 2010
Adoção Consciente
O QUE VOCÊ PRECISA SABER AO ADOTAR UM ANIMAL:
Dicas de alimentação, saúde e esterilização
ANTES DE ADOTAR UM ANIMAL, TENHA CERTEZA DE QUE:
•Sua casa ou apartamento tem espaço suficiente para a espécie escolhida;
•Você está realmente disposto a cuidar dele por toda a vida. Cães e gatos chegam a viver de 10 a 20 anos;
•Nas suas férias e períodos de ausência haverá pessoas para cuidar dele;
•Toda a família está de acordo em receber o novo integrante;
•Você está disposto a arcar com as despesas de um animal. Além de amor, alimentação e abrigo, ele vai precisar eventualmente de cuidados veterinários e remédios;
•Ele é um ser vivo e sensível, não um produto que pode ser trocado ou jogado fora ao apresentar “problemas” ou tornar-se “obsoleto”;
•Se você mora em apartamento ou numa casa com um pátio pequeno, analise se você terá tempo e disponibilidade para passear com ele. Animais necessitam de exercício físico com regularidade;
•Ele não ficará sozinho em casa por longos períodos. Cães deixados presos latem, choram, ficam estressados e, com isso, acabam “aprontando” para se distrair.
CUIDADOS FUNDAMENTAIS PARA A SAÚDE DO SEU ANIMAL
Uma única vez: castre o animal. É um ato de compaixão que fará com que ele tenha uma vida mais saudável e fique com você muito mais tempo.
Diariamente: ração de boa qualidade (na medida indicada na embalagem) - recomendamos a ração FRI-DOG Vegetariana, e comida preparada especialmente para ele (veja abaixo) e água à vontade.
Muito importante: o seu animal não pode comer qualquer tipo de comida. O ideal seria que 50% de sua alimentação fosse composta de ração de qualidade e os outros 50% de uma combinação, cereais (arroz, por exemplo), legumes e frutas (tudo preparado sem sal ou gordura).
Nunca dê: chocolate, açúcar, tomate, feijão, batata. Estes alimentos causam danos sérios aos dentes e à saúde do animal.
COMO ESCOLHER UMA RAÇÃO DE QUALIDADE:
Prefira sempre rações com um mínimo de 21% de proteína para adultos e 28% para filhotes.Tente evitar rações muito coloridas, por possuírem mais química (corantes). Observe que para cada idade existe uma ração e uma quantidade apropriadas. Veja indicação na embalagem ou pergunte para um veterinário de sua confiança.
Semanalmente: limpeza dos ouvidos e escovação (raças de pêlos longos exigem escovação diária ou a cada dois dias). Peça ao veterinário de sua confiança orientações para manter os ouvidos de seu animal sempre limpos e saudáveis.
Mensalmente:
•O ideal seria que o seu animal tomasse banho e fosse tosado mensalmente. Banhos frequentes removem a defesa natural da pele do animal e podem acentuar problemas de ouvido;
•Se onde você mora existe uma grande infestação de carrapatos, você deve fazer um controle mensal dos mesmos, passando produtos apropriados em seu quintal e em seu cão/gato. O carrapato transmite doenças (também para humanos), que podem inclusive ser fatais ao animal, bastando a picada de um carrapato infectado.
A cada 3 meses: aplicação de remédios de pulgas. Pulgas transmitem um tipo de verme também para humanos e hoje já existem remédios para serem aplicados na nuca dos animais, que tem ação por 30 dias, em média.
Não esqueça: somente 5% das pulgas e carrapatos estão nos animais, os outros 95% estão no ambiente! É muito impor tante tratar também o ambiente onde estes vivem. A higiene é fundamental para a saúde de seu bichinho e de sua família.
ATENÇÃO! PULGAS TRANSMITEM VERMES. POR ISSO, É PRECISO ACABAR COM ELAS ANTES E DAR VERMÍFUGO DEPOIS.
Anualmente:
•Tomar vermífugo a cada 4 ou 6 meses (escolher sempre os vermífugos ‘plus’ e dar a segunda dose 15 dias após a primeira);
•Vacinas: POLIVALENTE (combate diversas doenças, inclusive algumas que são transmitidas por via aérea) e ANTI-RÁBICA. Exija sempre que a aplicação seja feita por um veterinário e que o mesmo cole o selo da vacina, carimbe e assine a carteira do animal.
LEVE SEU CÃO/GATO AO VETERINÁRIO SEMPRE QUE NOTAR:
•apatia;
•perda ou ganho excessivo de peso;
•falta de apetite e de sede;
•coceiras nas orelhas e balançar excessivo das mesmas;
•alterações na pele e no pêlo e caroços;
•vômito;
•diarréia, principalmente com sangue;
•demonstração de dor.
IMPORTANTE: A QUALQUER UM DESTES SINTOMAS, NÃO MEDIQUE SEU ANIMAL EM CASA. BUSQUE SEMPRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL DE UM VETERINÁRIO.
SAIBA PORQUE A ESTERILIZAÇÃO EVITA O SOFRIMENTO DE TANTOS ANIMAIS
As ruas estão repletas de cães e gatos (fêmeas e machos) que, na sua grande maioria, foram abandonados à própria sorte por seus donos por serem fruto de ninhadas indesejadas. Muitos deles acabam atropelados, envenenados, maltratados ou tendo uma vida miserável até o final dos seus dias. Sem contar aqueles que fogem para cruzar e nunca mais conseguem voltar para casa.
POR QUE A ESTERILIZAÇÃO DOS ANIMAIS É IMPORTANTE?
A esterilização (ou castração) é uma solução emergencial para diminuir a procriação descontrolada e, conseqüentemente, a superpopulação de cães e gatos. Milhares de animais hoje vivem abandonados nas ruas, passando todo tipo de privação e sofrimento por causa deste descontrole reprodutivo. Esterilizar um animal é o maior exemplo de compaixão e consciência que você pode dar.
NÃO FIQUE NA DÚVIDA. SAIBA TUDO SOBRE A ESTERILIZAÇÃO
O que é a esterilização?
A esterilização é uma cirurgia de rotina que consiste na remoção completa e indolor dos órgãos com funções exclusivamente reprodutoras.Nas fêmeas, acontece a retirada do útero e dos ovários, não ocorrendo mais o cio. Nos machos, é feita a retirada dos testículos, deixando-se a bolsa escrotal vazia.
A cirurgia de esterilização é dolorosa?
A cirurgia é realizada sob anestesia geral por um veterinário. O animal não sente nada durante o procedimento. A maioria regressa à sua atividade normal entre 24 e 72 horas. São fornecidos analgésicos para o período pós-operatório.
A cirurgia de esterilização é perigosa?
A esterilização é realizada sob anestesia geral,que é um procedimento que sempre envolve algum risco para qualquer animal. No entanto, a esterilização já é uma cirurgia de rotina, por tanto é segura sempre que realizada por um bom veterinário.
Esterilizar não sai caro?
Os preços podem variar, dependendo do veterinário ou do porte do animal. A cirurgia na fêmea é um pouco mais cara, por ser um procedimento mais delicado. Veja se em sua cidade a cirurgia não é oferecida pela prefeitura ou por entidades protetoras.
Lembre-se: se comparado aos gastos de repetidas idas ao veterinário para tratar de ferimentos por brigas ou atropelamento por vagar pelas ruas, ou despesas com doenças adquiridas na baixa de imunidade ocasionada no cio, ou ainda com os custos de uma ninhada indesejada que vai precisar de cuidados e alimentação, o investimento em esterilização é MÍNIMO. Mesmo a repetição da medicação anticoncepcional, a longo prazo, se torna mais caro do que a esterilização.
Será que o meu animal não é muito velho para ser esterilizado?
A menos que o seu animal tenha problemas de saúde, a esterilização é segura e um procedimento de rotina. No entanto, o veterinário deverá examiná-lo antes da cirurgia para determinar se existe algum problema de saúde. Os animais maduros também tiram proveito dos benefícios da esterilização.
____________________________
Fonte: Site Olhar Animal
http://www.olharanimal.net
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sábado, 12 de junho de 2010
VITELA: um crime hediondo!
12/06/2010
VITELA: UM CRIME HEDIONDO, OU, PORQUE “MILK IS MURDER”* - Paula Brügger
"O homem moderno toma o Ser em sua inteireza como matéria-prima
para a produção e submete a inteireza do mundo-objeto
à varredura e à ordem da produção".
Martin Heidegger
Segundo Paul Kingsnorth (2001), a produção industrial de leite é uma das indústrias mais tristes. Quanto mais leite e laticínios são consumidos mais as vacas são tratadas como máquinas de produzir leite para seres humanos. De acordo com o grupo PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), cerca de metade das vacas americanas vive em fazendas de produção intensiva. Passam suas vidas em alojamentos de concreto, ligadas a máquinas de ordenhar que, não raro, lhes dão choques elétricos. Mastite e infecções bacterianas, comuns em regimes intensivos, freqüentemente deixam resíduos de pus no leite que produzem. Devido à alta demanda por leite, as vacas de hoje produzem o dobro do que produziam há 30 anos e até 100 vezes mais do que produziriam no estado natural. As vacas da década de 1990 viviam apenas cerca de 5 anos, em contraste com os 20 a 25 anos de vida de 50 anos atrás. São entupidas com drogas e químicos para prevenir doenças e aumentar sua produtividade, incluindo o famoso hormônio de crescimento bovino. Os bezerros que são obrigadas a parir regularmente - para estimular a produção de leite - são separados delas em 24 horas. Não tomarão seu leite e serão vendidos como carne. Em 60 dias as vacas serão engravidadas de novo, diz Kingsnorth.
Peter Singer (2002) afirma que a indústria de produção de vitela é a atividade rural intensiva mais repugnante do ponto de vista moral. O termo vitela era reservado aos bezerrinhos abatidos antes do desmame. A carne desses animais muito jovens (macia e pálida porque não comem capim) provinha dos animais indesejados, do sexo masculino, descartados pela indústria leiteira.Um ou dois dias depois do nascimento eles eram levados para o mercado onde, famintos e assustados pelo ambiente estranho e pela ausência das mães, eram vendidos ao matadouro. Na década de 1950 produtores holandeses encontraram uma forma de fazê-los atingir cerca de 200kg (em vez de cerca de 50kg que pesam os recém-nascidos) sem que sua carne se tornasse vermelha ou menos macia. Para isso os animais passaram a viver em condições extremamente antinaturais, confinados em baias de cerca de 56cm x 137cm. Quando peq uenos, são acorrentados pelo pescoço para evitar que se virem. O compartimento não tem palha ou qualquer outro tipo de forro onde deitar-se (pois os animais poderiam comê-lo, comprometendo a cor da carne). Sua dieta é líquida, baseada em leite em pó desnatado, vitaminas, sais minerais e medicações que promovem o crescimento. Assim vivem durante cerca de quatro meses, até o abate. Nessa vida miserável, mal podem deitar-se ou levantar-se. Tampouco podem virar-se. Os bezerrinhos sentem uma falta imensa de suas mães. Também sentem falta de alguma coisa para sugar, uma necessidade tão forte quanto nos bebês humanos: quando se oferece um dedo ao bezerro ele começa a chupá-lo como um bebê humano faz com seus polegares. Entretanto, desde o primeiro dia de confinamento, bebem sua refeição líquida num balde de plástico. Distúrbios estomacais e digestivos são comuns e também a diarréia crônica. O bezerro é mantido anêmico. A carne rosa, pálida, considerada uma iguaria, é na verdade uma carne anêmica. Para que cresçam rapidamente a maioria é deixada sem água, pois isso aumenta o consumo de seu substituto lácteo. A monotonia é outra fonte de sofrimento. Para reduzir a agitação dos bezerros entediados, muitos produtores os deixam no escuro. Assim, os bezerros já carentes de afeição, atividade e estimulação que sua natureza requer, vêem-se privados do contato visual com outros também. Os bezerrinhos mantidos nesse regime são muito infelizes e pouco saudáveis. Isso é o que aconteceu com o seu jantar no tempo em que ele ainda era um animal, diz Singer.
E a vitela no Brasil, como é produzida?
Ainda que nem todas as etapas descritas por Singer e Kingsnorth estejam sempre presentes, a indústria de laticínios e da vitela é marcada pela violação dos corpos das vacas (que são forçadas a engravidar continuamente); pelo seqüestro de seu bebê e o roubo de seu alimento; pela tortura em cativeiro (quando há confinamento do bezerro); e pelo assassinato (já que se trata de morte desnecessária, movida por motivos hedonistas e portanto torpes). O correto, do ponto de vista ético, é a total abolição do consumo de leite e seus derivados.
Porque somos veganos: a história de Bento, um bebê holandês
No dia 13 de abril deste ano, um colega nosso do Tai Chi Chuan ficou hospedado numa pousada na Serra Catarinense e, na manhã seguinte, durante o café da manhã, soube que seus proprietários iriam sacrificar um bezerro que nascera naquela madrugada porque "não compensava" criá-lo. Segundo nosso colega, os proprietários são criadores de gado holandês para leite. Fazem inseminação artificial quando querem que as vacas fiquem prenhas, mas interessam-lhes apenas as fêmeas, claro. Surpreso, e com dó do recém-nascido, nosso colega perguntou aos donos da pousada se eles lhe dariam o bezerrinho de presente. A resposta foi "sim", mas desde que ele o tirasse dali o mais rapidamente possível, pois "dá muito trabalho cuidar desses pequenos". Nosso amigo teve, então, que procurar alguém para cuidar do bezerrinho nos primeiros 60 dias, pelo menos, ainda que com leite em pó, já que o bebê ficaria sem sua mãe. "Pensei em chamá-lo de ´Quase´, visto que ficou vivo por um triz. Depois, pensei em ´Salvado´ ou ´Divino´. Mas, como a comunidade é muito religiosa, preferi ´aliviar´ na nomenclatura e, assim, entra para a história, o Bento (foto nesta página), um sobrevivente na Serra Catarinense", finalizou nosso colega.
Precisamos de leite?
Não. Isso torna o drama de Bento e sua mãe algo ainda mais incompreensível, para não dizer intolerável. Pior, o consumo de leite está associado a diversos problemas de saúde como manifestações alérgicas (rinite, bronquite), além de provocar prisão de ventre, flatulência e outros distúrbios. Isso se deve sobretudo ao fato de muitas pessoas terem intolerância à lactose e, também, à dificuldade de metabolizar algumas proteínas presentes no leite, seja devido à sua elevada concentração (caseína), seja pela própria natureza da proteína (beta-lactoglobulina). Há ainda muita controvérsia no que tange à confiabilidade do leite como fonte segura de cálcio, envolvendo questões relacionadas ao seu balanço/biodisponibilidade1. Existem muitos mitos relacionados à necessidade de consumir itens de origem animal que não têm fundamento científi co. Infelizmente, não são poucos os profissionais da área da saúde que perpetuam tais mitos e nos impõem informações equivocadas, cuja aceitação tem por base o medo de adoecer. Independentemente de adotarmos o veganismo, é bastante interessante compreender os fatores históricos, ecológicos e evolutivos, subjacentes à inclusão do leite e seus derivados nas dietas humanas2. As referências indicadas aqui e muitas outras evidenciam porque o leite não é saudável ou necessário hoje.
"Milk is murder"! Ou, por que um pedaço de queijo ou um "milkshake" valem mais do que a vida de Bento?
Essa é a pergunta que não quer calar. Por mais que se alegue que somos radicais em nossos questionamentos teóricos, o que importa é o que acontece na prática. E, na prática, saborear uma "pizza", ou uma sobremesa ao "creme de leite", é mais importante do que deixar Bento e seus irmãos viverem. Essa é uma das muitas "verdades inconvenientes" decorrentes de nossa relação especista com os outros animais. E aqui é bom pontuar: somos radicais sim, no que diz respeito a ir à raiz do problema. Mas não podemos aceitar o rótulo de radical como "postura extremada" ou "sem maleabilidade", porque extremados e inflexíveis são aqueles que se recusam a abolir hábitos que são - entre muitos outros aspectos - ética e ambientalmente injustificáveis. Consideramo-nos civilizados, mas quando nos comparamos com outras sociedades humanas que chamamos de "primitivas", constatamos que nenhuma delas jamais dispensou um tratamento tão cruel quanto o nosso para com os animais. O progresso que alcançamos é tão somente no plano técnico. No plano ético nosso progresso é mínimo, senão nulo.
Leites vegetais, leites legais! Viva a diversidade!
Para concluir, gostaria apenas de destacar que existe a possibilidade de tomarmos leites de arroz, gergelim, trigo, aveia, amêndoas, entre outros, que são muito saudáveis e não implicam o sofrimento de seres sencientes. Trocar o leite de vaca por leites vegetais é uma atitude muito legal! Não só porque aumentamos a diversidade de nutrientes que ingerimos e ajudamos a manter a diversidade na natureza, mas também porque são os únicos leites que respeitam rigorosamente a legislação que procura salvaguardar os animais não-humanos de danos e procedimentos cruéis.
* Alusão ao álbum "Meat is Murder", de 1985, da banda britânica "The Smiths". "Meat is Murder" lamenta em tom de luto a desnecessária morte de seres sencientes, isto é, aqueles capazes de experimentar alegria, dor, medo etc. A letra da música assume também um tom raivoso, ao colocar a culpa pelos assassinatos de animais inocentes diretamente no prato de quem os come: "A carne de peru ou novilha (vitela) que fritamos ou cortamos em pedaços não é suculenta ou saborosa, é uma morte sem motivo e morte sem motivo é assassinato". A letra termina com as perguntas: "Você sabe como os animais morrem? Quem ouve os gritos dos animais?"
Notas
1 Veja, por exemplo, "Consumo do leite de vaca: mitos e realidades", artigo da Dra. Denise Madi Carreiro, disponível em http://www.denisecarreiro.com.br/artigos_artigoleite.html
2 Para uma rápida revisão sobre o assunto procure na Internet "Lacticínios + Wikipédia" (item História). Para um maior aprofundamento recomendo, por exemplo, o capítulo que trata dos "lactófilos e lactófobos" (Lactophiles and Lactophobes: Milk Lovers and Milk Haters) no clássico livro "Good to eat - riddles of food and culture", do antropólogo Marvin Harris.
Bibliografia citada
KINGSNORTH, Paul. Mother's milk. The Ecologist, 31(5), junho, 2001: 38.
SINGER, Peter. Lá na fazenda industrial...In: Vida ética: os melhores ensaios do mais polêmico filósofo da atualidade. Tradução de Alice Xavier. Rio de janeiro: Ediouro, 2002: 83-94.
Texto reeditado. Adaptado (3ª versão) de "Carne de vitela: um caso de crime hediondo", artigo publicado no jornal A Notícia em 05/10/06.
Publicado na revista Pensata Animal em 27 de Junho de 2009: http://migre.me/O9dO
Paula Brügger
brugger@ccb.ufsc.br
Professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina onde ministra as disciplinas "Biosfera, sustentabilidade e processos produtivos", "Meio Ambiente e desenvolvimento? e "Gestão da sustentabilidade na sociedade do conhecimento". É graduada em Ciências Biológicas com especialização em Hidroecologia, Mestra em Educação e Doutora em Ciências Humanas - "Sociedade e Meio Ambiente". Atua na defesa dos animais e do meio ambiente e auxiliou diversas vezes o Ministério Público Federal na luta contra projetos de pseudodesenvolvimento que promovem exclusão social e a destruição da natureza. É autora dos livros Educação ou adestramento ambiental?, em 3ª edição, e Amigo Animal ? reflexões interdisciplinares sobre educação e meio ambiente: animais, ética, dieta, saúde, paradigmas. Coordena o projeto de educação ambiental "Amigo Animal", oferecido para as escolas da rede municipal como tema transversal. É coordenadora do Departamento de Meio Ambiente da "Sociedade Vegetariana Brasileira" (SVB). Atua principalmente nos seguintes temas: educação ambiental; interdisciplinaridade e paradigmas de ciência; desenvolvimento sustentável; relação dos seres humanos com os outros animais como relação sociedade-natureza.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Depressão em animais!
O animal tem depressão?
Sim, assim como os humanos, qualquer mamífero pode ficar deprimido.
Nos animais de estimação, um dos principais sintomas é a falta de interesse pelas atividades rotineiras, como comer, passear, brincar.
A origem pode ser genética ou causada por doenças, como viroses.
Manter um animal isolado do carinho do dono ou preso em um ambiente pequeno e sem estímulos também pode gerar depressão.
E até mesmo o estado depressivo do dono pode afetar o animal.
Fonte:
http://www.caocidadao.com.br/curiosidades_animais.php
Sim, assim como os humanos, qualquer mamífero pode ficar deprimido.
Nos animais de estimação, um dos principais sintomas é a falta de interesse pelas atividades rotineiras, como comer, passear, brincar.
A origem pode ser genética ou causada por doenças, como viroses.
Manter um animal isolado do carinho do dono ou preso em um ambiente pequeno e sem estímulos também pode gerar depressão.
E até mesmo o estado depressivo do dono pode afetar o animal.
Fonte:
http://www.caocidadao.com.br/curiosidades_animais.php
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Ovo de Páscoa para cães!
Os chocolates convencionais não devem ser dados aos cães, pois possuem ingredientes que podem fazer mal à saúde. Cães não devem ingerir açúcar, pois podem ser diabéticos ou virem a apresentar cáries e tártaro dentário, além do excesso de carboidrato.
O ovo de Páscoa para cães não possui açúcar. Possui glúten de milho, leite em pó integral, aromatizante etc.
A empresa fabricante é a Hercosul Alimentos, do RS.
***
Fonte: www.jvanguarda.com.br
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Carinho limpo
Dividir a cama ou levar uma lambida de seu amigão no rosto pode oferecer mais risco à saúde dele do que à sua. Ao analisar amostras de fezes de cães e de seus donos em busca de uma bactéria causadora de infecções intestinais, foi descoberto que a versão da bactéria presente nas amostras dos humanos era mais resistente e perigosa do que a dos bichos. Isso não significa que devemos deixar de ter contato próximo com nossos mascotes para protegê-los. "O carinho traz benefícios psicológicos pra o dono e bicho", afirma a veterinária Kate Stenske dos Estados Unidos. Vale o bom senso e a regra de ouro na higiene: lavar as mãos sempre.
***
Fonte: Revista Cláudia
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Cortar os rabinhos traz beleza?
Para mim, isso é mutilação!
Estes amigos gostam dos animais e eu os amo por isso!
Eu adoro os meus blogs!!!








